Mais de 50% do preço do iPad no Brasil são para pagar os impostos.

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Postado : terça-feira, 24 de maio de 2011

Nos Estados Unidos o modelo mais simples custa US$499 (R$806), já esse mesmo modelo no Brasil custa HOJE  R$1.399, mas começou a ser vendido em dezembro por R$1.649.
Alguém pode me explicar isso?
Sim, eu posso, isso são impostos cobrados pelo Governo. 


O preço do aparelho chega a ser 50% mais caro graças aos impostos. ¬¬ 
Brasil, o país dos impostos!

Entenda os principais impostos que fazem parte do valor final de venda do iPad:

II (Imposto de Importação): cobrado sobre mercadorias fabricadas fora do Brasil em percentuais que variam de produto para produto. Tem como objetivo proteger e equilibrar a economia local.

IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados): qualquer produto feito pela indústria brasileira ou estrangeira recebe essa taxação, que também varia de acordo com o tipo de produto. Pode ir de 0% a mais de 100% do seu valor, como é o caso da alíquota cobrada para cigarros importados, que é de 330%. Produtos que o governo quer estimular seu consumo têm taxas menores. Por outro lado, itens que o governo quer frear o consumo têm cobranças mais altas. Quanto mais essencial o produto, menor é sua taxa de IPI.

PIS (Programa de Integração Social): a justificativa é que os valores recolhidos com a cobrança desse tributo servem para sustentar o programa social de mesmo nome, que financia o pagamento do seguro-desemprego. A alíquota geral é de 1,65%, mas há percentagens específicas para determinados produtos.

COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social): imposto recolhido sobre produtos para que o país garanta a seguridade social (previdência, saúde e assistência social). A alíquota geral é de 7,6%, mas há percentagens específicas para determinados produtos.

ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços): imposto estadual que varia de acordo com cada Estado. Em São Paulo, a alíquota é de 18%.




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